Do wireframe ao layout
O wireframe não deve ser visto como limitador da criatividade, deve cumprir a sua função básica de ser um guia facilitador do trabalho. Todos os fatores limitadores devem ser sempre afastados pra bem longe no processo criativo.
Para fugir da “dureza” das linhas retas e perfeitas dos wireframes o designer precisa exercitar a flexibilidade em relação ao diagrama, muitas vezes distanciando-se da proposta inicial. O arquiteto, por sua vez, deve concentrar-se mais em posicionamento e menos em estilo.
A importância da etapa de elaboração de wireframes é ainda maior nos projetos mais extensos e de maior complexidade de interação, que exigem mais planejamento de ações e respostas, tomando o tempo que poderia estar dedicado à criação propriamente dita.
A elaboração de wireframes e o desenho da interface são etapas diretamente relacionadas que devem ser pensadas em sintonia. Em projetos de menor porte é comum que sejam desenvolvidas até pelo mesmo profissional.
O ideal é que o time de desenvolvimento trabalhe em conjunto desde o início, planejando e criando em parceria, dessa forma a produção flui mais naturalmente, resultando em soluções visuais ainda mais interessantes e inovadoras.

Olá Walmar,
Fiz um post sobre novas formas de pensar um wireframe. Acho que deveriámos trabalhar em parceria total com o designer, como se fosse uma dupla de criação, Diretor de Arte e Redator .
O post está nesse endereço:
http://www.rogeriopa.com/blog/?p=241
Abraços.
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[...] designer precisa saber interpretar o wireframe e não apenas colorir caixinhas cinza, porque o wireframe tem a função de informar o que terá na [...]