O mundo não se restringe a Windows e Explorer
Quem utiliza qualquer navegador que não seja o Microsoft Internet Explorer deve estar cansado de acessar sites que não funcionam direito ou que até mesmo não permitem o acesso. À primeira vista, pode parecer que a culpa seja do tal navegador diferenciado, porém o verdadeiro responsável é quem desenvolveu o site de uma forma não-acessível.
A combinação do sistema operacional Windows com o navegador Internet Explorer é sem dúvida a mais utilizada no mundo, mas não é a única. Na verdade, ela representa cerca de 80% dos acessos na maioria dos sites. A pergunta é: qual o negócio que pode sobreviver desconsiderando nada menos que 20% de mercado?
Firefox, Opera, Safari, Maxthon, Flock, Bubbles são apenas alguns dos navegadores existentes no mercado. O Firefox possui uma boa parte da fatia e chega a assustar o Internet Explorer com seu crescimento freqüente. Além disso, quem utiliza sistemas operacionais como o Linux ou Mac OS não tem a opção de usar o Internet Explorer.
O importante é que o desenvolvedor crie sites e sistemas web utilizando os padrões definidos pelo World Wide Web Consortium, consórcio internacional de empresas que padroniza os códigos que geram tais sites. Somente assim pode-se garantir que o site será bem visualizado em todos os navegadores que também sigam os mesmos padrões (ou seja, todos os navegadores modernos).